Outubro, mês das missões.

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Por Camila Vitor

No mês dedicado às missões, devemos relembrar o compromisso de todo batizado: “Ide por todo o mundo, proclamai o Evangelho a toda criatura.” (Mc 16,15).

Outubro se inicia e com ele a Igreja volta seu olhar para uma das necessidades mais urgentes nos dias de hoje: Evangelizar. Num mundo onde cada vez mais o homem se distancia de Deus, isolando-se em seu mundo particular, é imprescindível que não nos esqueçamos de que o próprio Cristo nos exortou, enviando primeiro seus discípulos para proclamar a boa nova do Evangelho.

Não é à toa que o tema da JMJ do ano passado foi “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” e a de 2016 será “Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia”. O maior propósito desses temas é suscitar nos corações o desejo e a necessidade de levar a Palavra a tantas pessoas quanto for possível. Não é necessário apenas sair em grandes viagens de missões para evangelizar, mas basta se colocar à disposição de Deus, anunciando-O no trabalho, na escola, na música, por onde quer que andemos. O mundo é o nosso campo de evangelização.

Pensando nisso, devemos refletir sobre o tema das missões 2014, “Enviou-me para anunciar a libertação” (Lc 4,18), e ir em busca da evangelização e liberdade das milhares de pessoas escravizadas, sexualmente abusadas e abandonadas, continuando o tema da Campanha da Fraternidade deste ano: “É para a liberdade que Cristo nos libertou.”. Afinal, Deus nos fez livres e, como cristãos, não devemos nos conformar ao ver pessoas nessas situações. Tem que ser latente em nós a vontade de ajudar e salvar as vítimas da violência.

Todo batizado é um missionário, e é chamado a evangelizar na simplicidade de sua vida e nos detalhes das pequenas coisas. O pouco de cada um se torna muito quando temos a ousadia de deixar o comodismo de lado e passamos a encarar cada dia como um dia em missão, afinal, São Paulo nos diz: “vocês são o corpo de Cristo, e cada um de vós é um de seus membros” (1Cor 12,27). Depende também de nós, leigos e leigas, continuar o trabalho de evangelização dos padres, bispos, religiosos e do próprio papa Francisco, que avisou na JMJ ano passado: “Eu não quero uma Igreja tranquila, quero uma Igreja missionária!”

 

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